O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern), Roberto Serquiz, afirma que o principal entrave ao avanço da competitividade do Rio Grande do Norte é o déficit histórico de infraestrutura. Segundo ele, a limitada capacidade de investimento do Estado, aliada à dependência de repasses federais e à burocracia associada, compromete a execução de obras estruturantes e mantém gargalos logísticos que afetam diretamente o setor produtivo.

    De acordo com Serquiz, a precariedade de trechos rodoviários, a necessidade de modernização de acessos estratégicos e a ausência de investimentos consistentes elevam custos, dificultam o escoamento da produção e reduzem a atratividade para novos empreendimentos. “Sem infraestrutura adequada, não há competitividade. E, sem competitividade, o Estado perde oportunidades, investimentos e geração de empregos”, afirma.